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25 outubro 2013

Cruz Alta: VIII Seminário Regional de Educação Inclusiva será realizado em novembro

Será realizado no período de 4 a 8 de novembro de 2013, o VIII Seminário Regional de Educação Inclusiva em Cruz Alta-RS.

Foto CMPD - VI Seminário Educação Inclusiva - 2011

O Seminário, que é organizado pela Secretaria Municipal de Educação, terá como tema "REPENSANDO O PAPEL SOCIAL DA EDUCAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE INCLUSIVA"  e tem como público os professores da rede pública municipal dos 26 municípios da região, que integram o Programa de Educação Inclusiva do MEC, sendo que Cruz Alta é o município pólo.

Segundo a organização do evento, foram expedidos os convites aos municípios, que estão realizando as inscrições.

Maiores informações podem ser obtidas junto a Secretaria de Educação pelo e-mail "s-municipal2013@bol.com.br" ou pelo fone (55) 3321-1361.

28 setembro 2013

PNE no Senado: Novo texto da Meta 4 garante recursos para ensino especializado

Agência Senado | 25.09.13
CCJ aprova Plano Nacional de Educação, que vai agora à CE


O projeto de lei que institui o Plano Nacional de Educação (PNE) avançou mais uma etapa em sua tramitação no Senado. A matéria foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (25). O texto, que exige a destinação, até o final do período de 10 anos, de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação , será examinado agora na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), última etapa antes da votação em Plenário.
Cyro Miranda (D), presidente da CE, leva relatório de Vital do Rêgo, aprovado pela CCJ
Apresentado pelo governo, o projeto – que tramita no Senado como PLC 103/2012 – possui 14 artigos e 20 metas. O plano tem duração prevista de 10 anos e tem entre suas diretrizes a erradicação do analfabetismo e a universalização (garantia de acesso) do atendimento escolar.
Um dos principais destaques da proposta é a Meta 20, na qual se determina que, ao final dos dez anos de vigência do plano, os investimentos públicos em educação terão de representar no mínimo 10% do PIB. Inicialmente, o objetivo do governo era chegar a 7%, mas esse percentual foi elevado para 10% durante a tramitação da matéria na Câmara dos Deputados.
Alunos especiais
Um dos obstáculos à votação da matéria na CCJ era o impasse em torno da Meta 4, que visa garantir o acesso à educação básica para os estudantes com deficiência (os alunos especiais) de 4 a 17 anos. O impasse surgiu após a tramitação do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o texto foi aprovado com modificações.
Após negociações com o Ministério da Educação e entidades que se dedicam a essas crianças e adolescentes, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), o relator do projeto na CCJ, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), chegou ao texto aprovado nesta quarta-feira. Vital é presidente da CCJ.
Na redação dada à Meta 4, pela CAE, os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial (enquanto substitutas da escola regular) seriam encerrados em 2016, o que gerou diversos protestos. Vital retirou essa previsão, conforme havia sido antecipado por uma representante do Ministério da Educação durante audiência pública no início da semana passada.
Preferencial
Outra mudança que havia sido feita pela CAE se referia à exclusão do termo "preferencialmente" no texto que abre a Meta 4. Essa palavra aparecia na redação aprovada na Câmara dos Deputados, mas foi retirada. Para entidades como a Apae, a supressão desse termo abria uma brecha para que as escolas deixassem de oferecer um acompanhamento diferenciado para os alunos com deficiência. Vital do Rêgo reinseriu a palavra, medida que também foi antecipada pela representante do Ministério da Educação.
A redação proposta por Vital é a seguinte: "Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica, assegurando-lhes o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino (...)".
Entre as opções de acompanhamento diferenciado, estão as classes especiais (oferecidas pelas próprias escolas, paralelamente às classes regulares), os centros de ensino especial (que se dedicam exclusivamente a esses alunos) e as Apaes.
Rede Privada
Logo após a votação na CCJ, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) alertou para a possibilidade de que a previsão de investimento de 10% do PIB previstos no Plano Nacional de Educação inclua também o ensino da rede privada.
– A conta do financiamento da educação, os 10% do PIB previstos pelo Plano Nacional de Educação, não pode incluir o financiamento da educação privada, mas querem nos impor isso. Os 10% têm de ser direcionados única e exclusivamente à educação pública – ressaltou ele.
Randolfe frisou que levará essa discussão para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde o projeto será examinado a partir de agora.

18 setembro 2013

Meta do PNE que trata do acesso de alunos com deficiência à educação básica recebe nova redação no Senado

Da Agência Brasil | 18/09/2013 - 20h06

Brasília - Alvo de polêmica, a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE) recebeu uma nova proposta de redação no Senado. O relatório apresentado nesta quarta-feira (18) muda a redação da meta que trata do acesso de alunos com deficiência à educação básica, atendendo a pais e entidades ligadas à educação. O texto foi proposto pelo presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), e deve ser votado na próxima semana.
O PNE estabelece metas para o setor para os próximos dez anos. No mês passado, entidades ligadas à defesa dos direitos de pessoas com deficiência, como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a Sociedade Pestalozzi protestaram contra as modificações feitas no Senado na Meta 4. 
A versão aprovada na Câmara dos Deputados dizia que é preciso universalizar para a população com deficiência entre 4 e 17 anos o acesso à educação, preferencialmente na escola regular. No entanto, a redação aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado retirou a palavra "preferencialmente" do texto.
Representantes de entidades não governamentais que atuam com pessoas com deficiência dizem que aalteração pode trazer grandes problemas.
A redação proposta por Vital é a seguinte: "Meta 4: universalizar, para a população de 4 a 17 anos, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica, assegurando-lhes o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino (...)". O texto foi sugerido pelas entidades em conjunto com o Ministério da Educação (MEC). 
Entre as opções de acompanhamento diferenciado estão as classes especiais (oferecidas pelas próprias escolas, paralelamente às classes regulares), os centros de ensino especial (que se dedicam exclusivamente a esses alunos) e as Apaes.
Outra alteração feita é que os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial, como é o caso das Apaes, não sejam encerrados em 2016, como aprovado pela CAE.
*Com informações da Agência Senado

06 setembro 2013

Educação Especial: Nota da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

NOTA PÚBLICA sobre as instituições filantrópicas, confessionais e sem fins lucrativos que atuam na educação especial.

Foto ilustrativa: CIEP Especial Cruz Alta 29/08/13
03/09/2013

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) refuta qualquer suposição ou ruído sobre o fechamento de instituições filantrópicas, confessionais e sem fins lucrativos que atuam na educação especial e reafirma os conceitos da cooperação e da compatibilização do atendimento de maneira a favorecer as crianças e adolescentes com deficiência.

Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas está com as inscrições abertas

O Ministério da Educação – MEC, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura – OEI, com apoio do CONSED e da UNDIME e patrocínio da Fundação MAPFRE, instituiu o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças por meio da Portaria nº. 1.246, de 15 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União – DOU de 16 de setembro de 2011.

O Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças tem como objetivos a identificação e a valorização de experiências escolares significativas para o processo de desenvolvimento inclusivo das escolas públicas brasileiras, com foco na inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, em escolas públicas brasileiras. 

27 agosto 2013

Promotora Sônia Bonilla afirma que o texto da Meta 4 termina com as Escolas Especiais

Promotora Sônia Bonilla afirmou hoje (28) durante o Encontro de Pais de Alunos com Deficiência, evento da III Semana da Pessoa com Deficiência de Cruz Alta, que texto da Meta 4 do PNE é o fim das Escolas Especiais.
Foto CMPD Cruz Alta. Dra. Sônia Bonilla, III Semana da Pessoa com Deficiência de Cruz Alta
A promotora Sônia esclareceu aos pais, que o texto não afirma expressamente, contudo, as estratégias definidas para a meta deixam clara a intenção de tirar as condições de financiamento dessas escolas, inviabilizando o funcionamento.

Foto: CMPD Cruz Alta - João Júlio, com Autismo,
 colocando a opinião em defesa do ensino especializado
Disse, ainda, que a sua prática na promotoria leva a acreditar que é impossível que todas as pessoas com deficiência sejam incluídas na rede comum de ensino, pois existem muitos casos que não é possível, seja pela própria condição do aluno, seja pela falta de adequação da escola.

Destacou, ainda, que o Ministério Público é somente o fiscal da lei e que a decisão depende dos Senadores, é um ato político. 

15 agosto 2013

Entidades reagem a proposta que obriga pessoas com deficiência a estudar em escola regular

Matéria da Agência Brasil publicada em 15/08/2013 - 13h35

Karine Melo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Entidades ligadas à defesa dos direitos de pessoas com deficiência, como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a Sociedade Pestalozzi estão mobilizadas contra mudanças no Plano Nacional de Educação (PNE), que apresenta as 20 metas para a educação brasileira para os próximos dez anos.

A reação começou porque o texto da meta 4, que trata da inclusão de pessoas com deficiência, aprovado na Câmara dos Deputados no ano passado, foi modificado no Senado.

A versão aprovada pelos deputados dizia que é preciso universalizar para a população entre 4 e 17 anos com deficiência, o acesso à educação, preferencialmente, na escola regular. No entanto, a redação aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado retirou a palavra "preferencialmente" do texto. Representantes de entidades não governamentais que assistem pessoas com deficiência dizem que a alteração é vista como uma ameaça.

Na avaliação da presidente da Federação Nacional das Apaes, Aracy Ledo, a ideia de matricular pessoas com deficiência em escolas regulares pode trazer grandes problemas. Segundo ela, os profissionais da rede pública não estão preparados, a educação continuada ainda não está pronta e as salas não estão adaptadas para receber esses alunos.

“O motivo da nossa vinda não é protesto, não é briga, nós queremos aumentar o diálogo. Por que nós estamos querendo incluir a palavra preferencialmente? Porque ela dá oportunidade à família de escolher para onde levar o filho”, explicou ao participar de uma audiência pública para discutir o assunto na Comissão de Direitos Humanos do Senado.

O Ministério da Educação (MEC) é a favor da inclusão de todas as crianças entre 4 e 17 anos na escola regular, independentemente do grau de deficiência intelectual e defende que só no contraturno haja acompanhamento especial diferenciado, que pode ser oferecido em salas de recursos instaladas nas próprias escolas ou em centros especiais, como as Apaes.

“A ONU [Organização das Nações Unidas] diz que toda vez que nós organizamos classes ou escolas com base na condição de deficiência, nós promovemos uma sociedade apartada. Por que o Fórum Nacional de Educação – que monitora hoje a tramitação do PNE – se posicionou contrário e o MEC acompanhou e também se posicionou contrariamente à inserção deste advérbio preferencialmente? Porque aí sim, nós vamos ter restrição de direitos, vamos dizer que algumas pessoas têm direito ao atendimento escolar e outras não. Na Constituição brasileira o direito à educação é de todos”, disse Martinha Clarete dos Santos, diretora de Políticas de Educação Especial do MEC.

“Nós não podemos nivelar, achar que todos os deficientes são iguais. Às vezes temos dois autistas estudando, um se desenvolve de uma forma e outro se desenvolve de outra. Isso não é matemático. A gente tem um lema: não vamos restringir direitos, vamos ampliar direitos: escola comum mantendo sua obrigação de atender e a escola especial atendendo aquele que não se adequa ao sistema comum. É a família deve avaliar o que é melhor para os seus filhos”, defendeu o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que também é presidente da Federação das Apaes de Minas Gerais.

Ainda segundo o deputado Eduardo Barbosa, o relatório do senador José Pimentel (PT-CE) – aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que mudou a meta 4, tem outros problemas.

“Ele [o texto] congela até 2016 as matrículas nessas escolas especiais. Outro problema, é que o texto diz que as escolas para surdos tem funcionar só dentro das escolas comuns, mas é importante lembrar que os surdos também defendem a escola especial bilíngue só deles, porque para desenvolver a Língua Brasileira de Sinais, eles precisam conviver entre eles”, acrescentou o deputado.

“O que está acontecendo hoje é que essa experiência de integração nas escolas públicas não tem sido vitoriosa, tem sido extremamente complexa. Me parece que as duas posições estão corretas, a ideia de incluir cada vez mais essas crianças numa vida social mais intensa é muito importante, mas nós não podemos permitir que a entrada despreparada nesses espaços públicos termine dificultando mais as suas vidas, levando abullying e a uma série de constrangimentos e dificuldades no aprendizado”, disse a senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

A proposta do Plano Nacional de Educação está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e na semana que vem deve seguir para a Comissão de Educação (CE) onde terá o mérito analisado, antes de ir para votação no plenário da Casa. Segundo o senador Cyro Miranda (PSDB-GO), presidente da CE, a intenção é que o texto da Câmara seja resgatado na comissão.

Para construir um entendimento entre governo e representantes de entidades de pessoas com deficiência, o senador Paulo Paim (PT-RS) vai tentar intermediar um encontro de representantes dessas entidades com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Edição: Denise Griesinger

09 agosto 2013

Meta 4 do PNE: pelo direito ao Ensino Especializado

Por iniciativa da Federação Nacional das APAES acontece, nesta semana, a mobilização nacional para questionar o novo texto da Meta 4, do Plano Nacional de Educação do decênio 2011-2020.

Na verdade, a Meta 4 não representa só uma grande ameaça ao trabalho das APAES, mas também é uma ameaça a todas as Escolas de Ensino Especializado. 

Leia o texto da Meta 4 do Projeto de Lei 8035/2010 que será votado no Senado:

09 julho 2013

Conselho propõe a criação de serviço especializado às pessoas com deficiência

Hoje (09) o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Cruz Alta (CMPD) aprovou a Resolução 001.13, que propõe a criação da Equipe de Referência para atenção à Pessoa com Deficiência de Cruz Alta-RS.


A Equipe de Referência para Atenção à Pessoa com Deficiência foi concebida a partir da experiência do serviço a assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social, que identificou a necessidade do município disponibilizar serviço especializado para a proteção das pessoas com deficiência. A Resolução propõe, ainda, que a equipe seja formada por profissionais de diversas as áreas, como por exemplo, Assistência Social, Saúde e Educação, de forma que os serviços básicos das várias secretarias sejam articulados em função da necessidade da pessoa com deficiência.

A Assistente Social, Teresa Oliveira, esclareceu que a atenção básica à pessoa com deficiência já é realizada pelo três  Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), porém determinadas situações exigem maior  especialidade e sitou a política do idoso, onde o serviço especializado acontece com bons resultados.  

Ao identificar as demandas e propor soluções o Conselho cumpre a atribuição prevista na Lei Municipal 1.540/06. A Resolução 001.13, aprovada pela Ata 029, de 9 jul 13, será encaminhada ao Executivo para avaliação e providências.

01 maio 2013

A Educação Especial precisa ser discutida em Cruz Alta

A modalidade de Educação Especial precisa ser discutida em Cruz Alta-RS. Essa é uma constatação do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Cruz Alta (CMPD). Para avaliar o assunto e propor encaminhamentos ao Poder Público, o Conselho realizará sessão ordinária na Escola Santo Antônio, dia 07/05/13, às 15h.
Prof: Bia e Jordano - Escola Municipal Frederico Baiochi/2011
Especificamente, a pauta contemplará os seguintes assuntos relacionados à Educação Especial:
1. avaliação dos alunos com deficiência para matrícula em classe comum ou especial ou Escola de Educação Especial. 
2. número de alunos com deficiência por classe comum. 
3. professor auxiliar em classe comum que tenha aluno com deficiência. 
4. Exigência de exames médicos para prática de Educação Física pelos alunos com deficiência 
5. planejamento da utilização das salas de recursos multifuncionais de AEE – Salas de referência em tipos de deficiência. 
6. elaboração, execução e controle do plano do AEE da Salas Multifuncionais. 
7. remuneração dos professores do município que atendem alunos com deficiência. 
8. articulação e colaboração das redes de escolas estadual e municipal. 
Com o objetivo de encontrar soluções eficientes a curto prazo, o Conselho encaminhou convites ao Secretário Municipal de Educação, Sr MOACIR MARCHESAN e ao Sr VENICIO GUTERRES GUARESCHI, coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Educação.

Além dos 14 Conselheiros e os dois convidados citados, a direção do Conselho convida vereadores, diretores de escolas, professores, pais, alunos, estudantes, imprensa e toda as pessoas que se interessam pelo assunto para participarem do encontro. Lembrando que inicia às 15h com duração  de 01h30min.

Maiores informações poderão ser obtidas pelo e-mail cmpdcruzalta@gmail ou pelo fone: 8140-3208 

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26 setembro 2012

Brasilia: Adesão BPC Escola

Entre as ações do Plano Viver sem Limite no eixo Educação, está o PROGRAMA BPC NA ESCOLA.

A ação, que envolve os Ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, além da Secretaria de Direitos Humanos, tem como meta incluir no programa crianças e adolescentes com deficiência na faixa etária de 0 a 18 anos (cerca de 139 mil), através de uma busca ativa daqueles que estão fora da escola.

Além do pareamento de dados, o BPC na Escola realiza formação de grupos gestores estaduais para que sejam multiplicadores e estejam aptos a formar outros gestores no município que aderirem ao programa. A formação aborda temas sobre educação inclusiva, acessibilidade e direitos das pessoas com deficiência.

Cabe destacar que os dados de alunos cadastrados na ação servirão de base para definição de prioridades em outros programas sociais de forma articulada..

Para participar prefeitos devem assinar termo específico de adesão ou renovação ao programa.

Se o seu município não aparece na lista abaixo, entre em contato com o prefeito para que faça a adesão.

Maiores Informações:

Departamento de Benefícios Assistenciais
Secretaria Nacional de Assistência Social
Fone: (61) 3433-8824 Fax: (61) 3433-8871

13 setembro 2012

Grupo de Dança Hip Hop da Escola Santo Antônio participa do Seminário

Alunos da EMEE Santo Antônio, de Cruz Alta, participaram do momento cultural do VII Seminário de Educação Inclusiva: Direito á Diversidade, que realiza nesta semana em Cruz Alta. Na oportunidade apresentaram "Dança Hip Hop".
Foto e informações Clarita Riguer


05 setembro 2012

Cruz Alta: programação do VII Seminário Regional de Educação Inclusiva





Os Eixos Temáticos da Proposta do VII Seminário de Educação Inclusiva - Direito à Diversidade de Cruz Alta são:

1 - Fundamentos Legais, Diretrizes e Indicadores do Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade;
2 - Organização e Prática Pedagógica para a Oferta de AEE;
3 - O Uso Pedagógico dos Recursos de Tecnologia Assistiva para Atendimento Educacional Especializado (AEE);
4 - A Institucionalização do AEE no Projeto Político Pedagógico da Escola;
5 - Aprendizagem e Desenvolvimento de Alunos com Deficiência;
6 - Educação para as Relações Ético-raciais;
7 - Educação, Direitos Humanos e Diversidade.

P  R  O  G  R  A  M  A  Ç  à O

10/09/12 - Segunda-feira
Manhã:
Local: CTG Querência da Serra
8h 30 – Credenciamento e entrega de materiais
Tarde:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
Solenidade de Abertura
13h 30 - Momento Cultural: Templo da Superação - Grupo APAExonados pela Dança - Coordenação Professor André Luis Jacques - APAE Panambi/RS
15h – Conferência: Programa Educação Inclusiva – Direito à Diversidade: Diretrizes e Vivências da Política
         Conferencista: Teófilo Alves Galvão Filho – Consultor SECADI/MEC – UFBA/BA
                                  Alex Garcia – Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (AGAPASM)/RS
         Coordenação: Cleonice Silva Mayer – Secretária de Educação – Cruz Alta/RS
17h – Momento Cultural: Patrão Velho - Grupo APAExonados pela dança - Coordenação Professor André Luis Jacques - APAE Panambi/RS
17h 30 – Encerramento
11/09/12 – Terça-feira
Manhã:
Local: CTG Querência da Serra
8h 30 - Momento Cultural: EMEE Professor Pardal - Dança Rock in roll - Coordenação - Professora Ana Maria Bastolla de Oliveira – Cruz Alta/RS
8h 45 - Conferência: Aprendizagem e Desenvolvimento de Alunos com Deficiência
           Conferencista: Airton da Silva Negrine - Diretor Geral e Professor do Complexo Esportivo de Saúde Aquárius - Florianópolis/SC
Coordenação: André Luis Jacques – APAE Panambi/RS
10h 10 - Coffee Breake
10h 30 - Práticas Pedagógicas em Atendimento Educacional Especializado (AEE) – GT Educação Inclusiva - Secretaria Municipal de Educação de Cruz Alta/RS
Coordenação: Vanessa Bronzoni – Assistente Social da SME – Cruz Alta/RS
12h - Intervalo para almoço
Tarde:
Local: CTG Querência da Serra
13h 30 - Mesa de debates: A Escola que Protege a Todos e a Cada Um
Debatedores: Mauricio André Nunes – Secretaria de Educação Básica/MEC
                        Helenise Sangoi Antunes – Professora e Diretora do Centro de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino - UFSM/RS
Coordenação: Odete Sutili Capelesso – Coordenadora Pedagógica da SME Cruz Alta/RS
17h - Momento Cultural: Núcleo de Dança Casa de Cultura Justino Martins – Dança de Rua - Coordenação Professora Aline Bucco
17h 30 – Encerramento

12/09/12 – Quarta-feira
Manhã:
Local: CTG Querência da Serra
8h 30 - Momento Cultural: EMEE Santo Antônio – Dança Hip Hop - Coordenação Professora Carla Dalberto – Cruz Alta/RS
8h 45 - Painel: Comunicação, Linguagens e Recursos Metodológicos nas Múltiplas Deficiências
            Painelistas: Maria Alice Duarte Pereira – Coordenadora Pedagógica da Secretaria Municipal de Barretos/SP
                                Alex Garcia – Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (AGAPASM)/RS
                                Patrícia Vesz – Gestora da Escola Tiradentes do Município de Boa Vista do Incra/RS
            Coordenação: Fátima Rosane da Costa Souza – Coordenadora Pedagógica da EMEE Professor Pardal – Cruz Alta/RS
12h - Intervalo para almoço
Tarde:
Local: CTG Querência da Serra
Oficina 1: Linguagem e Comunicação na Pessoa Surdocega - Alex Garcia - Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (AGAPASM)/RS
Local: Casa de Cultura Justino Martins
Oficina 2: LIBRAS: Uma Escola Bilíngue para Todos - Patrícia Vesz - Gestora da Escola Tiradentes do Município de Boa Vista do Incra/RS
Local: Polo Universidade Aberta do Brasil (UAB)
Oficina 3: Recursos Didáticos, Instrucionais e Metodológicos - Maria Alice Duarte Pereira - Coordenadora Pedagógica da Secretaria Municipal de Barretos/SP
13/09/12 – Quinta-feira
Manhã:
Local: CTG Querência da Serra
8h 30 - Momento Cultural: Apresentação de Dança – CIEP – Coordenação Professora Cristina Viana - Cruz Alta/RS
8h 45 - Mesa de Debates: Educação e Direitos Humanos
Debatedores: Promotora Caroline Notcecy de Oliveira - Promotoria de Justiça Cível de Cruz Alta/RS
                        Promotora Rosangela Correa Rosa - Promotora de Justiça Especializada de Santo Ângelo/RS
Coordenação: Paulo Rogério Garcez de Moura – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) – Cruz Alta/RS
12h: Intervalo para almoço
Tarde:
13h 30 - Momento Cultural: Roda de Capoeira – Academia Fit e Ligth - Coordenação Elaine Oliveira – Cruz Alta/RS
 13h 45 - Conferência: Educação Inclusiva ou Educação Plural e Democrática? O caso da Lei 10.639
               Conferencista: Joseph Handerson – Professor da UFPEL/RS e Coordenador do Curso Educação para Relações Étnicos - raciais - SECADI/UFPEL/RS
               Coordenação: Rodinei de Morais Marques – Membro do Movimento Negro Herdeiro do Palmares – Cruz Alta/RS
16h – Cofee Break
Momento Cultural: Projeto AABB Comunidade - Ginastrada – Coordenação Isis Amaral Thums
16h 30 - Práticas Pedagógicas Atendimento Educacional Especializado (AEE) – Municípios de Abrangência do Polo Cruz Alta/RS
Coordenação: Ana Amélia W. Abreu – Professora de AEE da Rede Municipal de Ensino – Cruz Alta/RS
17h 30 - Encerramento

14/09/12 – Sexta-feira
Manhã:
Local: CTG Querência da Serra
8h 30 - Momento Cultural: CRAS Um Lugar ao Sol - Coordenação Professor Eduardo Cardoso Rangel – Cruz Alta/RS
8h 45 - Mesa de Debates: Qualidade na Educação Infantil: Condições Efetivas de Inclusão e Desenvolvimento Integral da Criança
            Debatedores: Daniela Corte Real – Professora do Departamento de Estudos Especializados em Educação – EDEE/UFSC – Florianópolis/SC
                                    Márcia Adriana de Carvalho – Secretária de Educação de São Francisco de Paula/RS e Presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME)/RS
11h 30 – Dinâmica de Encerramento: Pro Dia Nascer Feliz - André Luis Jacques Professor de Educação Física da APAE Panambi/RS
12h - Intervalo para almoço

ATENÇÃO

P R O G R A M A Ç Ã O    P A R A L E L A

10/09/12 – Segunda-feira
Noite:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
19h - Momento Cultural: Julio Malmann – Músico e Professor da Rede Municipal de Ensino de Cruz Alta/RS
19h 30 - Conferência: Programa Educação Inclusiva – Direito à Diversidade: Diretrizes e Vivências da Política
               Conferencista: Teófilo Alves Galvão Filho – Consultor SECADI/MEC – UFBA/BA
Público Alvo: Comunidade em Geral

11/09/12 – Terça-feira
Tarde:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
14 h - Palestra: Aprendizagem e Desenvolvimento de Alunos com Deficiência
          Palestrantes: Airton da Silva Negrine - Diretor Geral e Professor do Complexo Esportivo de Saúde Aquárius - Florianópolis/SC
                                Mauricio André Nunes – Secretaria de Educação Básica/MEC
Público Alvo: Professores de Educação Física; Supervisores Pedagógicos; Professores das turmas de AEE e Professores do Ensino Regular com Alunos Incluídos
17h – Encerramento

Noite:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
19h - Momento Cultural: Jonathan Girotto – Músico e Aluno da Rede Estadual de Ensino de Cruz Alta/RS
19h 30 - Conferência: Aprendizagem e Desenvolvimento de Alunos com Deficiência
         Conferencista: Airton da Silva Negrine - Diretor Geral e Professor do Complexo Esportivo de Saúde Aquárius - Florianópolis/SC
Público Alvo: Comunidade em Geral

12/09/12 – Quarta-feira
Noite:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
19h 30 - Oficina: Recursos Didáticos, Instrucionais e Metodológicos
               Oficineira: Maria Alice Duarte Pereira – Coordenadora Pedagógica da Secretaria Municipal de Barretos/SP
Público Alvo: Comunidade em Geral

13/09/12 – Quinta-feira
Noite:
Local: Casa de Cultura Justino Martins
19h – Momento Cultural: Apresentação Programa Mais Educação – Cruz Alta/RS
19h 30 – Práticas Pedagógicas em Atendimento Educacional Especializado (AEE) – Municípios de Abrangência do Programa Educação Inclusiva - Polo Cruz Alta/RS
Público Alvo: Cursistas do VII Seminário Regional de Educação Inclusiva: Direito à Diversidade
Coordenação: Rita de Cássia Moreira - Professora de AEE da Rede Municipal de Ensino – Cruz Alta/RS


03 setembro 2012

Conhecendo a Escola Santo Antônio

A Escola Santo Antônio para a Educação Especial é um estabelecimento de ensino civil (ONG) sem fins lucrativos, que atualmente, atende 80 crianças com deficiência. A Escola mantem convênio com a prefeitura municipal de Cruz Alta para a alocação de professores, porém, as demais despesas são custeadas por ações de iniciativa da direção da Escola, como eventos e campanhas para incentivar doações.


O modelo pedagógico da Escola é singular, pois não há a utilização de caderno e lápis. Todas as atividades são desenvolvidas em Salas Ambiente Temáticas atendendo as capacidades de cada aluno. No exemplo a seguir da confira imagens dos resultados da SAT de Artesanato.



A atividade esportiva é outro ponto forte da Escola, veja as imagens:



Colaborou com o informações e imagens Clarita Riguer - claritariguer@yahoo.com.br

09 julho 2012

Faders promove curso sobre acessibilidade

A Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Pessoas com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (Faders), promove o curso: "Políticas Públicas e Acessibilidade". O evento, com inscrições gratuitas, capacitará gestores públicos estaduais e municipais em Acessibilidade A iniciativa é fruto de parceria com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

A formação é composta por seis módulos de 40 horas, totalizando uma carga horária de 240 horas. As aulas ocorrem no Auditório do Ministério Público, em Porto Alegre, com início na segunda-feira (9). Cada módulo tem duração de uma semana, com aulas das 8h30 ás 12h e das 13h30 ás 17h. O curso acontecerá nos meses de julho a dezembro. Maiores informações podem ser obtidas na Faders, pelo telefone (51) 3228-2112 ramal 210 (Assessoria de Comunicação) ou pelo e-mail gestor-publico@faders.rs.gov.br Podem se inscrever servidores públicos estaduais e municipais.

Colaborou  Elizabeth Belzarena.

06 julho 2012

Projeto Trocando Saberes e Qualificando Práticas na Perspectiva da Educação Inclusiva


Tamiris da Rosa Silveira | 09 CRE | 06jul12

O Projeto Trocando Saberes e Qualificando Práticas na Perspectiva da Educação Inclusiva, elaborado pela 9ª CRE, realizou no dia 03 julho 12  as oficinas previstas para a 2ª etapa.
Tendo como objetivo favorecer a troca de experiências, a qualificação das ações pedagógicas e a articulação entre os professores que atuam no Atendimento Educacional Especializado, a fim de atender a diversidade de atendimentos das Salas de recursos Multifuncional do Tipo I e II, que estão sendo implantadas pelo MEC e SEDUC.

Foram realizadas oficinas para adaptação , confecção de material e utilização de recursos pedagógicos para alunos com deficiência visual, intelectual, auditiva e transtornos globais do desenvolvimento.
Participaram das oficinas além das professoras que atuam no AEE, alunas do Curso Normal do IEE Annes Dias.